Actual Câmbio

27/12/2011

Dólar segue movimento da véspera e abre próximo da estabilidade, a R$ 1,855

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SÃO PAULO – Dando sequência ao que promete ser uma semana tranquila nos mercados, o dólar comercial inicia os trabalhos desta terça-feira (27) próximo a estabilidade, apontando leve queda de 0,18%, cotado a R$ 1,855 na venda.

No front externo, o noticiário inspira cautela nos mercados e pode contribuir, ao longo do dia, para uma apreciação da moeda. Na Europa, ganha destaque o anúncio de que as instituições financeiras depositaram no BCE (Banco Central Europeu) um montante recorde nas operações overnight na segunda-feira, da ordem de € 411,8 bilhões.

O nível elevado de depósitos reflete o alto grau de desconfiança no mercado interbancário de crédito. Assim, os bancos preferem aplicar no BCE, em vez de emprestar recursos entre si. Neste sentido, o temor com a liquidez segue como um dos grandes problemas enfrentados pelo sistema financeiro da Zona Euro.

Por sua vez, os títulos públicos de dez anos da Itália negociados no mercado secundário novamente superam a barreira psicológica dos 7,00%, enquanto as expectativas pairam sobre a captação de até € 20 bilhões nos próximos dias.

IOF
Por aqui, a novidade é que o Governo prorrogou o prazo para recolhimento do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) cobrado nas operações de crédito, câmbio e seguro, ou relativas a títulos ou valores mobiliários incidente sobre as operações com derivativos.

A Medida Provisória, publicada nesta terça-feira no Diário Oficial da União, informa que a cobrança de IOF “relativo aos fatos geradores ocorridos no período de 16 de setembro a 31 de dezembro de 2011, será efetuado no dia 31 de janeiro de 2012″.

Por sua vez, “em relação aos fatos geradores ocorridos a partir de primeiro de janeiro de 2012, os recolhimentos do imposto a que se refere o caput serão efetuados até o último dia útil do mês subsequente ao de ocorrência dos fatos geradores”.

Indicadores
Na agenda doméstica desta terça-feira não haverá indicadores relevantes a serem divulgados. Nos Estados Unidos, será revelado o S&P/Case-Shiller Home Price, indicador que denota a trajetória dos preços das casas no país por meio de uma média móvel trimestral.

Ainda na pauta econômica norte-americana será divulgado o Consumer Confidence, índice que mede a confiança dos consumidores em cerca de 5.000 lares norte-americanos.

Fonte: http://www.infomoney.com.br/cambio/noticia/2297104-dolar+segue+movimento+vespera+abre+proximo+estabilidade+855


23/12/2011

Dólar segue sinal externo e registra leve queda

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SÃO PAULO – O dólar sofre leve recuo ante o real nesta sexta-feira, em novo pregão de liquidez reduzida às vésperas das festas de fim de ano. A exemplo do que ocorreu nos últimos dias, os negócios continuam a seguir de perto o sinal externo.

Às 9h35, o dólar comercial tinha queda de 0,10%, cotado a R$ 1,849 na compra e a R$ 1,851 na venda. No mercado futuro, o contrato de janeiro negociado na BM&FBovespa recuava 0,37%, a R$ 1,852.

O mercado analisa também as medidas anunciadas ontem pelo Banco Central do Brasil que visam a manter a liquidez no sistema bancário – incluindo as instituições financeiras de menor porte – e estimular o crédito.

Na agenda de indicadores, hoje será divulgada nova bateria de dados econômicos nos Estados Unidos, como as encomendas de bens duráveis no terceiro trimestre e os gastos pessoais dos consumidores em novembro.

No mercado externo, o Dollar Index, que mede o desempenho da moeda americana em relação a seis divisas, declinava 0,09%, aos 79,85 pontos. O euro avançava 0,14%, a US$ 1,306.

(Karin Sato | Valor)

Fonte: http://economia.uol.com.br/ultimas-noticias/valor/2011/12/23/dolar-segue-sinal-externo-e-registra-leve-queda.jhtm


22/12/2011

Dólar abre em queda de 0,32%, cotado a R$ 1,852 para venda

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O dólar recua ante o real nesta quinta-feira, em linha com o mercado de câmbio externo. Os investidores promovem um ajuste técnico nos preços das moedas, depois do pregão de ontem, que foi marcado pela piora da percepção de risco do investidor. Às 9h50, o dólar comercial declinava 0,32%, cotado a R$ 1,850 na compra e a R$ 1,852 na venda. No mercado futuro, o contrato de janeiro negociado na BM&FBovespa tinha queda de 0,58%, a R$ 1,853.

Ontem, a moeda americana fechou o dia com alta de 0,70%, a R$ 1,858 na venda. No mercado externo, o Dollar Index, que mede o desempenho da divisa americana em relação a seis moedas, registrava queda de 0,16%, aos 79,89 pontos. O euro subia 0,18% ante o dólar, a US$ 1,307.

Nesta manhã, o Banco Central divulgou o Relatório de Inflação, que mostrou que a autoridade monetária estima um crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de 3,5% em 2012, desempenho modesto em relação às pretensões do governo, que anteriormente estavam em 5%. A previsão de crescimento econômico para este ano, até então de 3,5%, foi revisada para apenas 3%. Segundo o documento, a melhora do nível de atividade econômica deste para o próximo ano se dará num ambiente de inflação mais baixa.

A variação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) é projetada em 4,7% para 2012, a mesma já prevista no relatório de setembro. Isso significa desaceleração de preços porque, em 2011, a inflação do índice, que já está praticamente dada, chegará a 6,5%, conforme as projeções do BC.

O dia reserva ainda a divulgação de inúmeros indicadores nos Estados Unidos.O destaque é a leitura final do Produto Interno Bruto (PIB) no terceiro trimestre do ano. Além do PIB, saem o índice de confiança do consumidor da Universidade de Michigan, o índice de indicadores antecedentes, a atividade na região de Chicago e a variação semanal nos pedidos por seguro-desemprego.

Fonte: http://economia.ig.com.br/mercados/dolar-abre-em-queda-de-032-cotado-a-r-1852-para-venda/n1597419811276.html


19/12/2011

CÂMBIO-Dólar opera em alta ante real em dia de ajustes

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SÃO PAULO, 19 Dez (Reuters) – O dólar tinha leve alta frente ao real nesta segunda-feira, após dois dias de queda, com o mercado fazendo ajustes em meio a um noticiário econômico fraco.

Às 10h52 (horário de Brasília), a divisa dos Estados Unidos era negociada a 1,8622 real para venda, em valorização de 0,31 por cento , após operar em leve baixa no começo dos negócios.

A cotação acumulou queda de 0,93 por cento na quinta e sexta-feiras, influenciada pelo leilão conjugado de venda do Banco Central (BC).

Ele identificou pressão de alta vinda da depreciação das commodities e também dos investidores estrangeiros, que acumulavam 147,3 milhões de dólares em posições compradas nos mercados de dólar futuro e cupom cambial (DDI), segundo dados mais recentes da BM&FBovespa – o que indica aposta na ascensão da divisa dos EUA. No início de dezembro, essa posição estava vendida em cerca de 2 bilhões de dólares.

Em relação a uma cesta de moedas, o dólar operava quase estável. O euro recuava frente ao dólar, com apreensão sobre uma teleconferência que ocorrerá mais tarde entre ministros das Finanças do bloco monetário europeu, que devem falar sobre empréstimos bilaterais ao Fundo Monetário Internacional (FMI). Os futuros do índice S&P 500apontavam alta para a abertura do pregão em Nova York.(Por Mariane Pinho; Edição de Hélio Barboza).

Fonte: http://veja.abril.com.br/noticia/economia/cambio-dolar-opera-em-alta-ante-real-em-dia-de-ajustes


14/12/2011

Dólar abre em forte alta a R$ 1,871 com mercados em clima de cautela

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SÃO PAULO – Seguindo o mesmo sentido apontado no fechamento da véspera, o dólar comercial começa os trabalhos nesta quarta-feira (14) em forte alta de 1,13%, cotado a R$ 1,871 na venda.

Na véspera, os investidores se frustraram com o fracasso do Federal Reserve em anunciar novas medidas de estímulo para economia norte-americana. O banco central dos EUA manteve as taxas de juros do país – o que já era esperado -, mas não melhorou a comunicação com o mercado e nem sinalizou para a ampliação do programa de compra de ativos, o que azedou o humor do mercado.

Na Europa por sua vez o governo da Itália vendeu nesta quarta € 3 bilhões em títulos de médio prazo, atingindo o máximo previsto, com juros recordes.

O rendimento exigido pelo mercado para comprar os papéis com vencimento em 2016 atingiu 6,47% – a maior remuneração paga desde que o país entrou na Zona do Euro.

Indicadores
Na agenda doméstica desta quarta-feira, os investidores acompanham o vencimento de opções sobre os contratos futuros do Ibovespa. Ainda por aqui, o Banco Central divulga o fluxo cambial, dado apresentado semanalmente que representa o movimento de entrada e saída de dólares do País.

O Banco Central reporta ainda os dados do IBC-Br, indicador que incorpora a trajetória das variáveis consideradas essenciais para o desempenho de três setores da economia: agropecuária, indústria e serviços.

Nos Estados Unidos, o investidor conhecerá o Import Prices (ex-oil) com os preços dos bens produzidos nos país e vendidos ao restante do mundo. Nesse índice são excluídas as cotações de petróleo. Também sai o Export Prices (ex-agr), indicador que exclui a produção agrícola norte-americana. Também nos EUA, o investidor conhecerá o relatório semanal de Estoques de Petróleo norte-americano.

Fonte:http://www.infomoney.com.br/cambio/noticia/2285901-dolar+abre+forte+alta+871+com+mercados+clima+cautela


12/12/2011

Dólar sobe depois de absorver resultados da cúpula

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Por Cristina Canas

São Paulo – Entra semana, sai semana e os mercados continuam com as atenções mergulhadas na Europa. Esta manhã, a Itália fez um leilão de títulos de 7 bilhões de euros, a um custo menor do que aqueles registrados nas últimas operações e isso melhorou um pouco o ânimo dos investidores. Mas só um pouco. Por enquanto, nem isso, nem o pacto fiscal e o aporte de 200 bilhões de euros para FMI acertados na reunião de cúpula do final da semana passada conseguiram evitar que os ativos de risco operem no negativo nesta segunda-feira. Às 10h08, a reboque do exterior, o dólar comercial mostrava valorização de 0,78%, a R$ 1,820.

O fato é que os líderes europeus ainda devem um plano para garantir crescimento econômico para a Europa e isso volta à tona logo depois que qualquer medida positiva é adota e absorvida. Também pesa hoje nos mercados a resistência do Banco Central Europeu em usar sua artilharia para socorrer os países em dificuldade. A verdade é que os players sonham com a criação de um bônus europeu que substitua os títulos dos diversos países e isso continua fora de cogitação pelas lideranças.

O pregão desta segunda-feira deve ser marcado, também, pelas expectativas em torno da reunião de política monetária nos EUA. Amanhã, o Federal Reserve deve anunciar o resultado, a partir das 17h15 (de Brasília). Além de esperar a manutenção das taxas de juros baixas, por enquanto não há outras expectativas de consenso para o encontro.

Internamente foi divulgada a pesquisa Focus, com revisões para baixo na estimativa para o IPCA de dezembro, que está em 0,50%. A taxa de 2012 também foi ajustada para baixo, de 5,49% para 5,42%.

Fonte: http://veja.abril.com.br/noticia/economia/dolar-sobe-depois-de-absorver-resultados-da-cupula


07/12/2011

Dólar registra leve alta, em mais um dia de expectativa

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SÃO PAULO – O dólar opera com ligeira alta ante o real nesta quarta-feira, em linha com o movimento das moedas no mercado externo.

A exemplo do que foram observados ontem e anteontem, os investidores seguem aguardando propostas concretas de combate à crise das dívidas soberanas na zona do euro. Há forte expectativa com relação à reunião da cúpula da União Européia na sexta-feira.

Às 9h45, o dólar comercial avançava 0,22%, cotado a R$ 1,800 na compra e a R$ 1,802 na venda. No mercado futuro, o contrato de janeiro negociado na BM&FBovespa tinha alta de 0,55%, a R$ 1,813.

No mercado externo, o Dollar Index, que mede o desempenho da moeda americana ante seis divisas, tinha alta de 0,14%, aos 78,62 pontos. O euro, por sua vez, tinha queda de 0,16%, a US$ 1,337.

Entre as notícias relevantes sobre a Europa, o Fundo Europeu de Estabilidade Financeira (EFSF, na sigla em inglês) vai começar um programa de financiamento de curto prazo focado em títulos de três, seis e 12 meses, conforme nota distribuída nesta quarta-feira.

Além disso, de acordo com o Financial Times, negociações de última hora podem originar uma “bazuca” financeira muito maior a ser apresentada na cúpula da União Européia nesta semana, e que poderia incluir a operação de dois fundos de socorro separados e a obtenção de maior apoio ao FMI.

Esse sistema de socorro faria parte de um pacote cuidadosamente elaborado que, esperam os líderes da UE, conquistaria os mercados financeiros, apenas dois meses após uma cúpula semelhante não ter conseguido convencer os investidores em títulos de que a Europa poderá conter a espiral ascendente da crise de endividamento.

Segundo altos funcionários europeus, os negociadores estão considerando manter a vigência do atual fundo de socorro à zona do euro, no montante de 440 bilhões de euros, quando uma nova linha de 500 bilhões de euros entrar em vigor em meados de 2012.

(Karin Sato | Valor)

Fonte: http://economia.uol.com.br/ultimas-noticias/valor/2011/12/07/dolar-registra-leve-alta-em-mais-um-dia-de-expectativa.jhtm


06/12/2011

Dólar recebe PIB sem reação e segue Europa

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O mercado doméstico de câmbio começa o dia embalado pelos resultados do PIB do terceiro trimestre. Às 10h30, o dólar comercial estava em R$ 1, 791, com leve alta de 0,17%. O desempenho da economia ficou estável ante o período anterior, dentro das estimativas dos economistas consultados pelo AE Projeções. Em relação ao terceiro trimestre de 2010, houve alta de 2,1%, também dentro do previsto (1,80% a 2,90%), mas abaixo da mediana, de 2,40%.

Deve continuar pesando mais no mercado de câmbio o imbróglio europeu. Por lá, os mercados começaram o dia com comportamento negativo porque a agência de classificação de risco S&P colocou em revisão as notas de 15 países da zona do euro, incluindo até a Alemanha. A agência avisou que pode rebaixar esses ratings argumentando que a tensão no bloco aumentou nas últimas semanas e passou a ameaçar o crédito da região como um todo.

Nos Estados Unidos, o dia é fraco em termos de agenda econômica. Os futuros as bolsas de Nova York estão positivos, mas sem mostrar disposição para grandes apostas sobre o que pode acontecer na Europa.

Fonte: http://economia.ig.com.br/mercados/dolar-recebe-pib-sem-reacao-e-segue-europa/n1597398177474.html


01/12/2011

Ouro e dólar lideram as aplicações em novembro

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Metal é a melhor saída em tempos de crise, como o atual, e moeda se valoriza devido à situação instável da Europa

São Paulo. Novembro foi mais um mês negativo para a Bovespa – queda de 2,51%. Ouro e dólar, porém, tiveram os melhores desempenhos do mês, com altas de 8,77% e 6,79% respectivamente. Agora, portanto, em sete dos 11 meses do ano a Bovespa teve a pior rentabilidade no ranking dos investimentos. O ouro, por sua vez, ficou na liderança da listagem em seis dos 11 meses de 2011.

Especialistas dão a mesma explicação quando são questionados sobre a composição da listagem das rentabilidades: são os reflexos das turbulências econômicas de outros países.

Em tempos de crise, como o atual, investidores fogem de aplicações de risco. A saída em massa derruba a Bolsa. Simultaneamente, os investidores buscam aplicações seguras, como é o caso do ouro, um metal precioso e palpável, puxando as cotações para cima.

Há ainda a valorização do dólar. Só no mês passado a moeda americana ganhou 6,79%. No ano, o dólar soma alta de 8,71%. “A situação européia deixa os mercados nervosos e voláteis. Desse modo, o dólar se valoriza frente às principais moedas e as bolsas caem”, frisa o administrador de investimentos, Fábio Colombo..

Fonte: http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=1077349


23/11/2011

Dólar dispara e Bovespa tem 5º dia de queda

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O nervosismo com o futuro da Grécia e as condições do leilão de títulos da Alemanha fez o dólar disparar na manhã dessa quarta-feira. Às 13h15, a moeda norte-americana é negociada a R$ 1,8580, em alta de 2,88%. A Bolsa de Valores de São Paulo cai 1,03%.

Em Nova York, as bolsas operam em baixa no começo da tarde de hoje. Os investidores parecem ter pouca disposição de assumir posições. O índice Dow Jones cede 1,43% e o Nasdaq recua 1,73%.

Na Europa, a situação foi agravada após o banco central da Grécia afirmar que o país enfrenta seu momento mais difícil e que é real o risco de eles terem que sair da zona do euro. A instituição também fez a avaliação de que a dívida pública deixou de ser sustentável, estimou quedas no Produto Interno Bruto (PIB) de pelo menos 5,5% em 2011 e 2,8% em 2012, previu alta na atividade de somente 1% em 2013 e, ainda, alertou que um recuo descontrolado da economia não está descartado.

Arrematando os prognósticos do relatório prévio de política monetária para 2011, o banco central grego analisou que o mais recente pacote de ajuda de 130 bilhões de euros liderado pela União Européia é a última chance para o país cumprir seu programa de reformas.

O Banco da Grécia pode até ter carregado nas tintas para pressionar a União Européia e o Fundo Monetário Internacional (FMI) a liberarem os recursos, mas o mercado todo sabe a gravidade da situação do país, que detonou o estrago visto no restante da Europa, e isso passa a ser um detalhe. Por isso, o clima de negócios mostrou piora generalizada.

Na Alemanha, a surpresa foi com a fraca demanda no leilão de títulos da dívida do país de 10 anos realizado pelo governo federal. Foram vendidos 3, 644 bilhões em títulos com vencimento em 4 de janeiro de 2022, bem abaixo da quantia de 6 bilhões ofertada.

Nos Estados Unidos, uma bateria de indicadores foi divulgada pela manhã, mas sem força para mexer nos índices. Os pedidos de auxílio-desemprego aumentaram 2 mil, dentro do esperado, para 393 mil, na semana passada, mas continuam abaixo da linha psicológica e mais negativa de 400 mil.

As encomendas de bens duráveis nos EUA caíram 0,7% em outubro ante setembro, uma queda menor do que a de 1,5% esperada por economistas. O índice de preços para gastos com consumo pessoal (PCE, na sigla em inglês), por sua vez, caiu 0,1% em outubro ante setembro, mas subiu 2,7% em relação ao mesmo mês do ano passado. O núcleo do PCE subiu 0,1% em base mensal, como o mercado esperava, e cresceu 1,7% em base anual. O núcleo do PCE indica tendências para a inflação nos EUA, cuja meta informal é de pouco menos de 2%.

Fonte: http://estadao.br.msn.com/economia/d%C3%B3lar-dispara-e-bovespa-tem-5%C2%BA-dia-de-queda



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