Actual Câmbio

03/04/2012

Governo isenta mais 11 setores de contribuição ao INSS

Sem Comentários


O governo anunciou na manhã dessa terça-feira, 3, uma série de medidas de estímulo à economia dentro do plano Brasil Maior. Intervenção cambial e desoneração da folha de pagamentos são os destaques.

Segundo o ministro, a desoneração da folha de pagamento beneficiará mais 11 setores da economia brasileira (além dos quatro já contemplados no programa Brasil Maior – confecções, couro e calçados, tecnologia de informação e callcenter). A expectativa é que a desoneração anual chegue a R$ 7,2 bilhões. Nesse ano deve ficar em R$ 4,9 bilhões, já que a medida começa a valer a partir de julho. A desoneração prevê a eliminação da contribuição previdenciária patronal de 20% sobre a folha de pagamentos.

Veja abaixo as demais medidas:

- Tributos para infraestrutura portuária e ferroviária serão reduzidos.

- Postergação do pagamento de PIS e Cofins para indústrias afetadas pela crise.

- Medidas de defesa comercial e barateamento do crédito aos exportadores.

- Incentivos ao setor de telecomunicações, sobretudo à indústria de semicondutores

- Aumento no volume de recursos disponíveis para financiamentos do Programa de Sustentação dos Investimentos (PSI).

- Medidas relacionadas ao Novo Regime Automotivo

- O pacote inclui ainda uma ampliação do leque de setores que serão beneficiados pelo mecanismo de compras governamentais, além de um apoio específico para as instituições que cuidam da atenção oncológica.

Mantega disse que o País está com média de crescimento de 4% do PIB nos últimos anos e ‘podemos crescer 4,5% este ano’. Segundo ele, os emergentes também terão redução do crescimento em 2012. ‘O PIB da China, da Índia e da Rússia vai diminuir’, afirmou. ‘O Brasil será um dos poucos que vai crescer mais em 2012′, completou. De acordo com o ministro, o País está próximo do pleno emprego, mesmo com crescimento mais moderado. Mantega disse ainda que ‘ao final deste ano, deveremos ter dívida de 35,7% do PIB’.

Fonte: http://estadao.br.msn.com/economia/governo-isenta-mais-11-setores-de-contribui%C3%A7%C3%A3o-ao-inss


30/01/2012

Preocupação com Grécia golpeia bolsas e eleva dólar

Sem Comentários


As incertezas em torno das discussões para evitar um default caótico da Grécia minavam a confiança de investidores nesta segunda-feira, que se afastavam de ativos de risco também após dados macroeconômicos mornos nos dois lados do Atlântico.

O mercado teme que a cúpula da União Europeia (UE) resulte em pouco progresso para diminuir a dívida grega e permitir que o país receba um segundo pacote de resgate, crucial para honrar 14,5 bilhões de euros em dívidas em meados de março.

Os líderes da UE devem aprovar a criação de um fundo permanente de resgate no encontro desta segunda, mas ainda divergem sobre temas como austeridade fiscal, crescimento econômico e as finanças da Grécia.

As bolsas de valores europeias e o euro perdiam cerca de 1 por cento. Em Wall Street, os índices também operavam no vermelho, contaminando as operações no mercado brasileiro.

Após dois dias de queda, o dólar voltava a subir ante o real, reverberando o movimento da moeda no exterior. O mau humor no cenário internacional favorecia também perda de prêmio nos contratos de DI, no dia em que o relatório Focus do Banco Central mostrou que investidores esperam que a Selic caia a 9,5 por cento mais cedo.

De acordo com o documento, que traz previsões colhidas pelo BC junto ao mercado, a expectativa é de que a Selic -hoje em 10,5 por cento- caia mais 0,50 ponto percentual na reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) de março; ceda a 9,63 por cento em abril e termine maio em 9,50 por cento, ficando nesse patamar ao longo do restante do ano.

No Focus divulgado na semana passada, a mediana das previsões apontava que o juro básico do país atingiria 9,50 por cento apenas em agosto.

A agenda internacional trouxe dados mostrando estabilidade no gasto do consumidor norte-americano em dezembro e crescimento na confiança do empresário da zona do euro.

Apesar da alta -a primeira desde o início de 2011-, economistas avaliaram que os números na zona do euro revelaram uma crescente diferença entre o desempenho da Alemanha e o do restante do bloco monetário.

Fonte: http://veja.abril.com.br/noticia/economia/panorama2-preocupacao-com-grecia-golpeia-bolsas-e-eleva-dolar


05/01/2012

Dólar quebra sequência de quedas e retoma patamar de R$ 1,83.

Sem Comentários


O dólar comercial devolveu parte das quedas acumuladas nos últimos dias e encerrou o pregão desta quinta-feira em alta. No interbancário, a divisa encerrou cotada a R$ 1,839 na compra e R$ 1,840 na venda, alta de 0,74%.  No mercado futuro, o contrato para fevereiro negociado na BM&F operava em alta de 0,35% a R$ 1,850.

Para o último pregão desta primeira semana do ano, Galhardo acredita que, caso seja mantido o viés pessimista do mercado, a divisa deve encerrar a jornada em alta. Contudo, ele destaca que a moeda continua “sem rumo”, tendo sua cotação definida de acordo com o humor dos investidores.
Nos Estados Unidos, o ISM Não-Manufatura, índice que mede a atividade do setor não-manufatureiro nos Estados Unidos, teve aceleração em dezembro. O indicador passou de 52 em novembro para 52,6 no mês passado.  No entanto, o número abaixo do esperado pelo mercado, de 53. Os dados são do Institute for Suplly Management (ISM).
O número de pedidos de auxílio-desemprego (initial claims) nos Estados Unidos caiu em 15 mil, para 72 mil na semana encerrada no dia 31 de dezembro, em comparação com uma semana antes, 387 mil pedidos (dado revisado). O número veio acima que o esperado pelo mercado, que aguardavam um recuo de solicitações para 375 mil novos pedidos (previsão Forex Factory). As informações foram divulgadas pelo Departamento do Trabalho dos Estados Unidos.
O setor privado norte-americano criou 325 mil vagas de emprego entre novembro e dezembro, segundo dados da Consultoria ADP divulgados há pouco. A criação de postos de emprego de novembro foi revisada, passando de 206 mil para 204 mil novas vagas. O resultado de dezembro veio acima da estimativa média do mercado que esperava uma geração de 176 mil empregos, de acordo com levantamento da Forex Factory.

Fonte: http://ultimoinstante.com.br/economia/moedas-cambio/61043-dolar-quebra-sequencia-quedas-retoma-patamar.html#axzz1icDqwqQL


19/09/2011

Bovespa e bolsas americanas também em queda por Grécia

Sem Comentários


A Grécia continua preocupando, e as principais bolsas mundiais, inclusive a brasileira, operam em queda. A Bovespa abriu no vermelho e às 10h38 caía 1,35%, para 56.436 pontos; nos EUA, o índice S&P recuava 1,74%, Dow Jones e Nasdaq também perdiam quase 2%.

Hersz Ferman, analista da Yield Capital, explica que o tom das últimas notícias vindas da Europa é de que será difícil para a Grécia cumprir as promessas de ajuste fiscal e cortes, apesar de essa ser a condição para a liberação de mais uma parcela do empréstimo ao país. Por conta disso, aumenta a possibilidade de um calote, segundo Herz, podendo afetar bancos europeus, muito expostos à dívida grega. É isso que continua preocupando o mercado.

- Não há um fator interno para a queda da Bovespa. Hoje, as bolsas estão apanhando demais por causa da Grécia – diz ele.

Enviado por Valéria Maniero -

19.9.2011

http://oglobo.globo.com/economia/miriam/


29/08/2011

Dólar recua, com melhora de apetite por risco do investidor

Sem Comentários


O dólar recuava nesta segunda-feira ante as principais moedas, com exceção de divisas como a franco suíço e o iene. A conjuntura econômica mundial não é favorável, mas os investidores buscam fatos pontuais para comprar ações, e esse otimismo momentâneo causa uma queda no preço do dólar.

Um dos motivos para a melhora do apetite por risco foi o fato de o furacão Irene não ter sido tão devastador quanto o esperado, atingindo Nova York como uma tempestade tropical.

Outra razão é a notícia de que os gastos pessoais dos americanos aumentaram 0,8% em julho, a maior alta em cinco meses. O resultado superou a expectativa de analistas, que previam alta de 0,5%.

A renda, por sua vez, avançou 0,3% e a taxa de poupança recuou de 5,5% em junho para 5,0% no mês passado, num sinal de que as pessoas sentem-se levemente mais confiantes na economia. Por volta das 12h05, o dólar comercial recuava 0,37%, cotado a R$ 1,597 na compra e a R$ 1,599 na venda.

No mercado futuro, o contrato de setembro negociado na BM&FBovespa também caía 0,37%, a R$ 1,598. O Dollar Index, que mede o desempenho da moeda americana ante seis divisas, operava com queda de 0,04%, aos 73,68 pontos.

O euro subia 0,26% e era cotado a US$ 1,453. Nas bolsas de valores, o Dow Jones registrava alta de 1,34%, aos 11.437 pontos, enquanto o S&P 500 subia 1,60%, aos 1.196 pontos. O Nasdaq tinha ganho de 1,91%, aos 2.527 pontos. No mercado interno, o Ibovespa registrava alta de 1,92%, aos 54.374 pontos.

No discurso do presidente do Federal Reserve (Fed), o banco central americano, Ben Bernanke, realizado na sexta-feira não foi anunciada nova medida de estímulo, como acreditavam alguns analistas, mas ampliou para dois dias a reunião de setembro do Fed. Isso significa que mais medidas podem ser anunciadas.

“As medidas cambiais do governo suavizaram um pouco a queda, porque tiraram um pouco o poder de especulação dos agentes, mas a tendência é de queda.”

Nesta segunda-feira, a partir das 18h, o Banco Central fará uma pesquisa de demanda para eventual leilão de swap cambial reverso, que equivale a uma compra de dólares no mercado futuro.

Caso o leilão seja confirmado, será o 23º do ano. Desde janeiro, operações desse tipo já movimentaram cerca de US$ 16,3 bilhões.

Fonte: http://economia.ig.com.br/mercados/dolar+recua+com+melhora+de+apetite+por+risco+do+investidor/n1597183948949.html


24/01/2011

Cotada abaixo de R$ 1,70, dólar muda o perfil dos gastos dos brasileiros

Sem Comentários


Sílvio Ribas

O real valorizado faz a alegria do brasileiro que consegue satisfazer o desejo de viajar ao exterior ou de fazer compras diferenciadas. Desde o início de 2009, a divisa brasileira valorizou-se 40% frente ao dólar, chegando ao patamar atual de R$ 1,70. Pacotes turísticos, equipamentos eletrônicos, vinhos e outros produtos ficaram mais baratos em reais e tiveram as vendas turbinadas.

O acesso maior a serviços e a produtos sofisticados segura um pouco da inflação a curto prazo e ainda impulsiona negócios no país, como viagens internacionais e comércio de artigos importados. Porém a moeda muito valorizada traz benefícios ao consumidor, mas prejudica a economia do país.

“O câmbio tem impacto direto na balança comercial, deixando o produto brasileiro mais caro para vender lá fora e, na contramão, estimulando a invasão de qualquer importado, com efeitos danosos para a produção industrial e os empregos”, resumiu Flávio Basílio, professor de economia da Universidade de Brasília (UnB).

Simão Davi Silber, professor de economia da Universidade de São Paulo (USP), avalia que a expansão acelerada do consumo de importados é o resultado da soma de aumento do poder de compra do brasileiro com sua compulsão consumista. O real forte confere maior “bem-estar material” e melhoria do padrão de vida, além de dar novo dinamismo ao comércio em geral. Esse aspecto esconde, contudo, o efeito negativo sobre as contas externas do país.

O saldo comercial ainda é positivo, mas está diminuindo com o avanço de manufaturados da China, que mantém o câmbio desvalorizado artificialmente. Só em 2010, o real valorizou-se 5%, bem menos do que outras moedas, como o iene japonês (14,68%). Entretanto, com a economia doméstica superaquecida, empresários dizem que o câmbio está levando a um processo de desindustrialização no Brasil.

O presidente do Banco Central (BC), Alexandre Tombini, alertou os consumidores para o risco de se endividarem em moeda estrangeira. “O câmbio é flutuante e flutua para cima e para baixo”, lembrou. O aquecimento do mercado de trabalho e o câmbio favorável foram às razões apontadas pela autoridade monetária para a expansão acelerada do consumo de importados e de viagens ao exterior.

Fonte: Correio Braziliense Online


18/01/2011

Remédios para o câmbio

Sem Comentários


Da Redação

Por mais que se mexa no câmbio, a queda do dólar em relação a outras moedas deve continuar, porque independe de iniciativas isoladas dos países – que, na verdade, são paliativas, ainda que necessárias.

O dólar só terá valorização para valer quando os Estados Unidos tiverem interesse na alta de sua moeda. O governo de Obama mantém a estratégia de aumentar suas exportações principalmente via dólar desvalorizado, o que torna seus produtos mais baratos para os importadores. Assim, a alta do dólar – se acontecer- só deverá acontecer no futuro.

Enquanto o governo dos EUA não muda sua política cambial, os demais países têm de conviver com o dólar fraco, o que lhes traz prejuízos. E precisam adotar medidas para minimizar o impacto da queda da moeda norte-americana. É nesse sentido que tem trabalhado o governo brasileiro nos últimos dias, como se comprovou agora com a volta dos leilões de swap cambial reverso.

São medidas positivas, apesar de seu efeito limitado. Assim como o compulsório, os leilões de swap ajudarão a evitar que o dólar despenque ainda mais. Os efeitos dessas medidas são quase imediatos, como se pode constatar na prática, já que a moeda americana permanece próxima de R$ 1,70, nível considerado adequado pelo governo.

Fonte: FUNCEX


13/01/2011

Dólar comercial segue em queda, com o mercado ponderando noticiário cheio

2 Comentários


Dólar comercial segue em queda, com o mercado ponderando noticiário cheio
SÃO PAULO – O dólar comercial segue operando no campo negativo, cotado a R$ 1,670 na venda, baixa de 0,42%, com o mercado ainda repercutindo o leilão de títulos da Espanha e da Itália e avaliando os indicadores norte-americanos divulgados nesta sessão, que apontaram tendências opostas.

No Brasil, o Banco Central ainda não realizou nenhum leilão de compra no mercado à vista. O mercado avalia a perspectiva de que o Governo promova novas medidas no sentido de conter a valorização do real. Segundo os analistas da Prosper Corretora, a projeção é de que possíveis medidas complementares sejam postas no mercado cambial para que a cotação do dólar fique no patamar de R$ 1,70.

O mercado também acompanha de perto o noticiário em torno dos ajustes fiscais prometidos pelo governo federal. Como destaca Sidnei Moura Nehme, economista e diretor-executivo da NGO Corretora de Câmbio, na próxima sessão a presidente Dilma Rousseff realizará a primeira reunião ministerial do seu governo, e espera-se que sejam delineadas as bases da política fiscal. Há expectativa de que seja anunciada a criação do Conselho de Gestão Competitiva, ligado à Presidência, que cuidará da eficiência do gasto público, “o que deixará evidente que exercerá uma efetiva liderança na gestão abrangente do seu governo”, comenta Nehme.

Por: Equipe InfoMoney
13/01/11 – 13h47
InfoMoney



« Ir para o site

Siga a Actual Cmbio Curta nosso Facebook Participe da comunidade Acompanha o blog pelos feeds

Twitter


Qualitare Aggência de Internet