Actual Câmbio

08/05/2012

Conheça algumas notas de dinheiro do mundo

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A dica de hoje sobre moedas do mundo é o site da UOL, que selecionou algumas cédulas de todos os continentes, das mais importantes a algumas das mais desconhecidas. Veja alguns modelos no link http://economia.uol.com.br/album/2012/05/07/dinheiro.jhtm#fotoNav=7


03/04/2012

Governo isenta mais 11 setores de contribuição ao INSS

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O governo anunciou na manhã dessa terça-feira, 3, uma série de medidas de estímulo à economia dentro do plano Brasil Maior. Intervenção cambial e desoneração da folha de pagamentos são os destaques.

Segundo o ministro, a desoneração da folha de pagamento beneficiará mais 11 setores da economia brasileira (além dos quatro já contemplados no programa Brasil Maior – confecções, couro e calçados, tecnologia de informação e callcenter). A expectativa é que a desoneração anual chegue a R$ 7,2 bilhões. Nesse ano deve ficar em R$ 4,9 bilhões, já que a medida começa a valer a partir de julho. A desoneração prevê a eliminação da contribuição previdenciária patronal de 20% sobre a folha de pagamentos.

Veja abaixo as demais medidas:

- Tributos para infraestrutura portuária e ferroviária serão reduzidos.

- Postergação do pagamento de PIS e Cofins para indústrias afetadas pela crise.

- Medidas de defesa comercial e barateamento do crédito aos exportadores.

- Incentivos ao setor de telecomunicações, sobretudo à indústria de semicondutores

- Aumento no volume de recursos disponíveis para financiamentos do Programa de Sustentação dos Investimentos (PSI).

- Medidas relacionadas ao Novo Regime Automotivo

- O pacote inclui ainda uma ampliação do leque de setores que serão beneficiados pelo mecanismo de compras governamentais, além de um apoio específico para as instituições que cuidam da atenção oncológica.

Mantega disse que o País está com média de crescimento de 4% do PIB nos últimos anos e ‘podemos crescer 4,5% este ano’. Segundo ele, os emergentes também terão redução do crescimento em 2012. ‘O PIB da China, da Índia e da Rússia vai diminuir’, afirmou. ‘O Brasil será um dos poucos que vai crescer mais em 2012′, completou. De acordo com o ministro, o País está próximo do pleno emprego, mesmo com crescimento mais moderado. Mantega disse ainda que ‘ao final deste ano, deveremos ter dívida de 35,7% do PIB’.

Fonte: http://estadao.br.msn.com/economia/governo-isenta-mais-11-setores-de-contribui%C3%A7%C3%A3o-ao-inss


02/04/2012

Dólar opera em alta nesta segunda-feira

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O dólar opera em alta sobre o real nesta segunda-feira (2), após dados sobre a atividade industrial e o nível de emprego da zona do euro abalar o apetite por risco no exterior. O mercado também era influenciado pela cautela em relação à medida que o governo brasileiro anunciará nesta terça-feira para estimular a indústria e aumentar a competitividade das exportações.

 

 

Perto das 15h20 (horário de Brasília), o dólar tinha alta de 0,28%, cotado a R$ 1,8314 para venda.
O setor industrial da zona do euro encolheu pelo oitavo mês seguido e a um ritmo mais rápido em março, ampliando os sinais de que o bloco está em recessão, na medida em que a contração se espalha para os seus principais membros, a França e a Alemanha.
A taxa de desemprego do bloco, por sua vez, atingiu o maior nível em quase 15 anos em fevereiro, com mais de 17 milhões de pessoas sem emprego.

Além da expectativa de novas intervenções do Banco Central por meio de leilões de compra de dólares no mercado à vista, acredita-se que as novas medidas de incentivo à indústria que serão anunciadas na terça-feira pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega, também exercem influência sobre o câmbio.

Na sexta-feira, a moeda fechou em leve queda pelo segundo dia seguido, a despeito do leilão de compra no mercado à vista do Banco Central realizado no mesmo dia. Apesar disso, a moeda garantiu alta na semana e valorização superior a 6% no mês.

 

A moeda norte-americana recuou apenas 0,05% no dia, cotada a R$ 1,8262 para venda.

 

Fonte: http://www.tnonline.com.br/noticias/economia/34,123050,02,04,dolar-opera-em-alta-nesta-segunda-feira.shtml

 

 

 


29/03/2012

Dólar abre em alta com tensão no exterior

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Por Cristina Canas

São Paulo – O mercado internacional mostra cautela com a proximidade do final de semana e do trimestre. O sentimento de aversão ao risco prevalece lá fora na manhã desta quinta-feira e a percepção dos operadores do mercado doméstico de câmbio é de que esse ambiente será replicado por aqui, pelo menos na abertura dos negócios. Com isso, a moeda norte-americana abriu em alta em relação ao real.

“A aversão ao risco está presente nos negócios no exterior hoje e aqui o dólar deve abrir com um pouco de alta em função disso e também dos fatores domésticos, principalmente da percepção de que o Banco Central continuará atuando fortemente, quando houve um fluxo de entrada de recursos”, disse um profissional de mercado, acrescentando que foi exatamente isso que ocorreu no pregão de ontem. Nesta quarta-feira, o fluxo cambial foi positivo pela manhã e o BC fez um leilão de compra de dólares no mercado à vista, no qual fixou taxa de corte em R$ 1,820, acima do valor à vista do dólar naquele momento, que era de R$ 1,8170. E após essa intervenção, a moeda à vista ganhou fôlego, acabando o dia em R$ 1,828.

Lá fora, hoje, os investidores continuam mostrando preocupação com a atividade econômica global, e fixam os olhos, principalmente, em sinais vindos da China e dos Estados Unidos. No gigante asiático, hoje, saíram dados mostrando que a injeção de liquidez feita pelo banco central do país nesta semana foi a maior desde o final de janeiro.

Vale ressaltar que, na Europa, pesaram as avaliações da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) de que as economias da zona do euro seguem frágeis. Além disso, na Espanha, está marcada uma greve geral e a população deve protestar contra as medidas de austeridade fiscal e as reformas trabalhistas que vêm sendo adotadas pelo governo. E ainda teve a influência negativa do índice de sentimento econômico dos países da zona do euro teve queda em março, pela primeira vez desde dezembro.

Fonte: http://veja.abril.com.br/noticia/economia/dolar-abre-em-alta-com-tensao-no-exterior


26/03/2012

Dólar opera estável por possibilidade de intervenção

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São Paulo – Em uma sessão marcada pela volatilidade, o dólar oscilava entre os terrenos positivo e negativo diante de um maior apetite por risco no exterior e com os investidores ainda receosos com a possibilidade de novas medidas do governo brasileiro no mercado de câmbio. Às 10h50 (horário de Brasília), o dólar tinha variação positiva de 0,07 por cento, cotado a 1,8115 reais.

Em entrevista à Reuters na sexta-feira, o secretário do Tesouro Nacional, Arno Augustin, afirmou que a próxima emissão externa do governo deve ser em real e nas próximas semanas. Segundo ele, essa emissão será importante para evitar mais valorizações da moeda brasileira frente ao dólar.

O secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Nelson Barbosa afirmou ainda que a atual taxa de câmbio brasileira continua apreciada, em função de uma elevada taxa de juros no Brasil, do cenário externo, do aumento recente dos preços de commodities e de uma menor fragilidade financeira no país.

Na última sessão, a moeda norte-americana encerrou com baixa de 0,65 por cento ante o real, a 1,8103 na venda, mesmo após o Banco Central realizar um leilão de compra de dólares no mercado à vista.

Fonte: http://exame.abril.com.br/mercados/noticias/dolar-opera-estavel-por-possibilidade-de-intervencao


01/02/2012

Dólar tem mínima em 3 meses e mercado mira atuação do BC

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Por José de Castro

O apetite por risco no mercado internacional derrubou o dólar à mínima em três meses ante o real nesta quarta-feira, em meio também a contínuos fluxos de recursos, que têm aumentando a expectativa em torno de uma atuação do Banco Central para conter a derrocada da moeda.

A divisa norte-americana caiu 0,76 por cento, para 1,7339 real na venda. É o menor patamar de encerramento desde 31 de outubro, quando a taxa de câmbio ficou em 1,7026 real.

Ante uma cesta de moedas, o dólar perdia cerca de x por cento no final da tarde, enquanto o euro e divisas de perfil semelhante ao real, como os dólares australiano e neozelandês, registravam sólidas altas.

O bom humor do mercado nesta sessão teve suporte em números melhores sobre a atividade industrial na China e na Alemanha em janeiro, segunda e quarta maiores economias do mundo, respectivamente. Os dados aliviaram temores quanto ao desempenho da atividade em nível global, apesar de em outros locais a indústria ter mostrado sinais de fraqueza.

No Brasil, segundo operadores, apesar da saída líquida de dólares na semana passada, os investidores estrangeiros continuam procurando os ativos brasileiros, aumentando as expectativas de mais entradas de divisas.

Na semana passada, segundo dados do Banco Central, houve saída líquida de 153 milhões de dólares. No entanto, no mês, até a última sexta-feira, o saldo ainda era positivo em 6,501 bilhões de dólares, já a maior cifra desde setembro fechado, quando o superávit havia ficado em 8,484 bilhões de dólares.

O mercado tem chamado a atenção para as emissões externas feitas por importantes empresas brasileiras, que podem aumentar o fluxo ao país. A Petrobras, por exemplo, lançou nesta sessão um total de 7 bilhões de dólares em bônus no exterior, acima da expectativa inicial de 6 bilhões de dólares, segundo o IFR, um serviço da Thomson Reuters. Ainda de acordo com o IFR, a demanda pelos papéis estava em cerca de 25 bilhões de dólares.

A autoridade monetária não adquire dólares no segmento à vista desde setembro do ano passado, quando o agravamento da crise internacional provocou uma onda global de aversão a risco que fez o dólar disparar.

Mas os fortes ingressos de recursos têm aumentando as expectativas por uma ação do BC, uma que vez a taxa de câmbio tem se aproximado de 1,70 real, patamar considerado pelo mercado como um piso informal para o BC agir.

Fonte: http://veja.abril.com.br/noticia/economia/cambio-dolar-tem-minima-em-3-meses-e-mercado-mira-atuacao-do-bc


30/01/2012

Preocupação com Grécia golpeia bolsas e eleva dólar

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As incertezas em torno das discussões para evitar um default caótico da Grécia minavam a confiança de investidores nesta segunda-feira, que se afastavam de ativos de risco também após dados macroeconômicos mornos nos dois lados do Atlântico.

O mercado teme que a cúpula da União Europeia (UE) resulte em pouco progresso para diminuir a dívida grega e permitir que o país receba um segundo pacote de resgate, crucial para honrar 14,5 bilhões de euros em dívidas em meados de março.

Os líderes da UE devem aprovar a criação de um fundo permanente de resgate no encontro desta segunda, mas ainda divergem sobre temas como austeridade fiscal, crescimento econômico e as finanças da Grécia.

As bolsas de valores europeias e o euro perdiam cerca de 1 por cento. Em Wall Street, os índices também operavam no vermelho, contaminando as operações no mercado brasileiro.

Após dois dias de queda, o dólar voltava a subir ante o real, reverberando o movimento da moeda no exterior. O mau humor no cenário internacional favorecia também perda de prêmio nos contratos de DI, no dia em que o relatório Focus do Banco Central mostrou que investidores esperam que a Selic caia a 9,5 por cento mais cedo.

De acordo com o documento, que traz previsões colhidas pelo BC junto ao mercado, a expectativa é de que a Selic -hoje em 10,5 por cento- caia mais 0,50 ponto percentual na reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) de março; ceda a 9,63 por cento em abril e termine maio em 9,50 por cento, ficando nesse patamar ao longo do restante do ano.

No Focus divulgado na semana passada, a mediana das previsões apontava que o juro básico do país atingiria 9,50 por cento apenas em agosto.

A agenda internacional trouxe dados mostrando estabilidade no gasto do consumidor norte-americano em dezembro e crescimento na confiança do empresário da zona do euro.

Apesar da alta -a primeira desde o início de 2011-, economistas avaliaram que os números na zona do euro revelaram uma crescente diferença entre o desempenho da Alemanha e o do restante do bloco monetário.

Fonte: http://veja.abril.com.br/noticia/economia/panorama2-preocupacao-com-grecia-golpeia-bolsas-e-eleva-dolar


12/01/2012

Dólar segue em baixa e acumula perda de 3,4% na semana

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O mercado de câmbio segue pautado pelos vendedores tanto no mercado local quanto externo. Por volta das 14 horas, o dólar comercial mostrava queda de 0,72%, a R$ 1,788 na venda, mas já fez mínima a R$ 1,783. Na semana, o preço da moeda já acumula perda de 3,40%.

Na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F), o contrato de dólar com vencimento em fevereiro apontava baixa de 0,93%, a R$ 1,796 na venda.No câmbio externo destaque para o euro. Depois de cair a US$ 1,26 ontem, menor preço desde setembro do ano passado, a moeda sobe 0,71%, a US$ 1,279.
A demanda por euro tem respaldo na forte demanda por títulos da Espanha e da Itália em leilões realizados hoje. Fora isso, chamou atenção à acentuada queda nas taxas de juros pedidas pelos investidores para financiar os países.
O bom desempenho da moeda comum também estaria relacionado à falta de aceno de novas reduções de juros por parte do Banco Central Europeu (BCE), que manteve a taxa básica da zona do euro em 1% no seu encontro de hoje.
Em Wall Street, as bolsas firmam posição em terreno negativo. Tal comportamento é creditado aos dados do dia. As vendas no varejo americano subiram menos do que o previsto em dezembro e a demanda por seguro-desemprego subiu na semana passada.
Há pouco, o Dow Jones recuava 0,37% e o S&P 500 perdia 0,36%. Por aqui, o Ibovespa apontava queda de 0,42%, aos 59.713 pontos, depois de subir 0,90%, e marcar 60.503 pontos.

(Eduardo Campos | Valor)

Fonte: http://economia.uol.com.br/ultimas-noticias/valor/2012/01/12/dolar-segue-em-baixa-e-acumula-perda-de-34-na-semana.jhtm

 


05/01/2012

Dólar quebra sequência de quedas e retoma patamar de R$ 1,83.

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O dólar comercial devolveu parte das quedas acumuladas nos últimos dias e encerrou o pregão desta quinta-feira em alta. No interbancário, a divisa encerrou cotada a R$ 1,839 na compra e R$ 1,840 na venda, alta de 0,74%.  No mercado futuro, o contrato para fevereiro negociado na BM&F operava em alta de 0,35% a R$ 1,850.

Para o último pregão desta primeira semana do ano, Galhardo acredita que, caso seja mantido o viés pessimista do mercado, a divisa deve encerrar a jornada em alta. Contudo, ele destaca que a moeda continua “sem rumo”, tendo sua cotação definida de acordo com o humor dos investidores.
Nos Estados Unidos, o ISM Não-Manufatura, índice que mede a atividade do setor não-manufatureiro nos Estados Unidos, teve aceleração em dezembro. O indicador passou de 52 em novembro para 52,6 no mês passado.  No entanto, o número abaixo do esperado pelo mercado, de 53. Os dados são do Institute for Suplly Management (ISM).
O número de pedidos de auxílio-desemprego (initial claims) nos Estados Unidos caiu em 15 mil, para 72 mil na semana encerrada no dia 31 de dezembro, em comparação com uma semana antes, 387 mil pedidos (dado revisado). O número veio acima que o esperado pelo mercado, que aguardavam um recuo de solicitações para 375 mil novos pedidos (previsão Forex Factory). As informações foram divulgadas pelo Departamento do Trabalho dos Estados Unidos.
O setor privado norte-americano criou 325 mil vagas de emprego entre novembro e dezembro, segundo dados da Consultoria ADP divulgados há pouco. A criação de postos de emprego de novembro foi revisada, passando de 206 mil para 204 mil novas vagas. O resultado de dezembro veio acima da estimativa média do mercado que esperava uma geração de 176 mil empregos, de acordo com levantamento da Forex Factory.

Fonte: http://ultimoinstante.com.br/economia/moedas-cambio/61043-dolar-quebra-sequencia-quedas-retoma-patamar.html#axzz1icDqwqQL


29/12/2011

Há 15 meses que o euro não valia tão poucos dólares

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Emissão de dívida italiana não convenceu os investidores. A moeda única europeia está em mínimos de Setembro de 2010 face ao dólar.

O euro descia 0,5% até aos 1,2876 dólares mas já tocou nos 1,2858 dólares durante a sessão de hoje, o valor mais baixo desde 10 de Setembro de 2010.

Na origem da descida da moeda única européia estão os receios dos investidores de que o Banco Central Europeu (BCE) vai ter de injetar mais capital no sistema financeiro europeu para evitar uma crise do crédito na região, que já está fragilizada pela crise das dívidas soberanas.

O euro também segue em queda depois de Itália ter colocado esta manhã no mercado 7 mil milhões de euros em obrigações, abaixo do montante indicativo máximo de 8,5 mil milhões de euros, e ter pago um juro muito próximo de 7% para vender títulos de dívida a 10 anos.

Ontem, o BCE revelou que o seu balanço contabilístico atingiu um recorde de 2,73 bilhões de euros, depois de ter aumentado os empréstimos aos bancos da região na semana passada.

“As coisas não parecem nada bem na Europa e isso pode continuar a pesar no euro”, disse Thio Chin Loo, especialista cambial no BNP Paribas, em Singapura, à Bloomberg. “A dimensão dos depósitos do BCE sugere que os bancos precisam de ajuda e o banco central pode expandir ainda mais o seu apoio. Também há receios em relação ao financiamento do governo no próximo ano quando muitos títulos de dívida também vão atingir a maturidade”, acrescentou o mesmo responsável.

Fonte: http://economico.sapo.pt/noticias/ha-15-meses-que-o-euro-nao-valia-tao-poucos-dolares_134755.html



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